Escola Estadual Winston Churchill

at Avenida Rio Branco, 500 - Cidade Alta, Natal, 59025-000 Brazil

Página administrada por ex-alunos, que pretende manter viva a memória de uma das escolas mais tradicionais de Natal/RN.


Escola Estadual Winston Churchill
Avenida Rio Branco, 500 - Cidade Alta
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Artigo do Jornalista Alex Medeiros, publicado no Portal do Ar, em que dentre algumas lembranças, destaca a sua passagem pela Escola Winston Churchill na época do então diretor, Orneles Filgueira. Vejam: "Gente de classe O Brasil vivia o auge do confronto entre organizações clandestinas de esquerda e o governo dos generais, o Rio Grande do Norte estava sob a administração visionária do intelectual Cortez Pereira. E eu trocava o primário pelo ginásio via exame de admissão. Os anos no colégio Winston Churchill foram marcados pelas descobertas inerentes à adolescência e pela rigidez disciplinar do diretor Orneles Filgueira, com cuja administração eu teria os primeiros conflitos de geração através dos meus cabelos. Fui um dos tantos alunos que invariavelmente adentravam à escola pulando a cerca lateral ou dos fundos, impedidos que éramos de subir as escadarias com nossas cabeleiras que cresciam pela influência da onda hippie e dos astros pop da época. Poucos estudantes, como eu, tiveram a solidariedade paterna na escolha do uso dos cabelos longos. E nossos pais só conseguiram dobrar o diretor graças à intervenção da Secretaria de Educação, na figura de uma jovem pedagoga chamada Eleika Bezerra. Foi ela quem convenceu o secretário da nossa liberdade individual e do nosso direito de alterar o visual capilar, interferindo diretamente no conservadorismo do professor Orneles. Jamais houve um só assunto ligado à Educação que Eleika não abraçasse. Filha de pais ricos, depois casada com marido rico, sua confortável posição social nunca foi uma barreira à sua abnegação pela melhoria do ensino público. Hoje, aos 70 anos, a bandeira de toda uma vida a rejuvenesce na luta como vereadora de Natal. Meus anos pós Winston Churchill, quando meus pais se mudaram das Quintas para Candelária e depois para Nova Descoberta, me apresentaram uma outra personalidade, com a abnegação de Eleika, mas diametralmente oposta à ela na condição social. Entre o final dos anos 70 e início dos 80, a militância política e poética me alargaram os caminhos que eu percorria na cidade, participando de debates, atos públicos, festivais e saraus. Passei a conviver com os conselhos comunitários e diretórios estudantis. Em 1982, o envolvimento partidário me fez candidato juntamente com alguns colegas de geração. Dividi o espaço de atuação eleitoral em três frentes: no ambiente cultural underground e nos bairros de Candelária e Nova Descoberta. E lá em Nova Descoberta ouvi falar pela primeira vez em Ary Gomes, um dileto e incansável lutador pelas melhorias do bairro, que comprometia seus próprios afezeres para mobilizar os moradores em torno de uma ação coletiva em prol da coletividade. As necessidades pessoais de Ary, como gente humilde oriunda de família operária, jamais foram obstáculos que impedissem sua luta diária para ajudar as pessoas do bairro. Foram décadas de tentativas até conquistar uma vaga na Câmara Municipal. As trajetórias pessoais dos atuais vereadores Eleika Bezerra e Ary Gomes são a comprovação – sem ser a regra, claro – de que os conceitos ortodoxos de classe social e ideologia não determinam o grau de espírito público na atuação política das pessoas. Eleika, a professora rica de Petrópolis, e Ary, o escriturário pobre de Nova Descoberta, não se diferenciam no conforto pessoal. Muito pelo contrário, eles se assemelham na fabulosa consciência do papel como cidadão que têm na luta pelo futuro da cidade. As opções partidárias de ambos também não representam quaisquer distinções de prática política, tanto no aspecto civil de anos de batalha por seus sonhos, quanto no cotidiano parlamentar que os juntou na mesma legislatura. Ambos são exemplos. Num momento em que a conjuntura política nacional se desgasta na dicotomia ideológica de dois partidos que dominam a nação desde a redemocratização, a história de Eleika Bezerra e Ary Gomes é um contraponto aos interesses de siglas e tendências. Um homem pobre e uma mulher rica abdicaram de tantos momentos que poderiam ter sido dedicados aos seus projetos pessoais, para lutarem pelos interesses coletivos, cada um a sua maneira, cada qual com as ferramentas que a condição social permitiu. Minha homenagem a dois potiguares de elevado espírito público. (AM)"

Published on 2013-11-20 00:09:32 GMT

#Curiosidade: Você sabia que no prédio do Winston Churchill já funcionou o Colégio Atheneu Norte-Riograndense ? "SEDE NO QUARTEL DA TROPA DE LINHA DO EXÉRCITO HOJE COLÉGIO ESTADUAL WINSTON CHURCHILL A primeira sede do Atheneu foi numa dependência do Quartel da Tropa de Linha do Exército, na época desocupado, localizado na Avenida Rio Branco, onde hoje funciona o Colégio Estadual Winston Churchill. Com a chegada do batalhão de tropas, os alunos foram desalojados e as aulas passaram a ser dadas nas casas dos professores. O Presidente da Província,Antônio Bernardo de Passos, fez a escola voltar a funcionar em 1856, mas só se considerou a partir de a partir de 1º de março de de 1859, quando o presidente Nunes Gonçalves instalou-a num edifício novo". (Fonte: Vento Nordeste, disponível em: http://papjerimum.blogspot.com.br/2012/12/atheneu-norte-riograndense-o-primeiro.html)

Published on 2013-04-17 22:34:00 GMT

Vamos manter viva a memória do Winston Churchill ? Sabemos que a escola marcou várias gerações de jovens que passaram por lá. Então, que tal dividir esta história ? Mande alguma foto da época em que você estudou lá para postarmos em nossa página! :)